quinta-feira, 7 de setembro de 2023

MULHERES (DE ATENAS) DA PARAÍBA - GRAÇA E ORGULHO DA RAÇA QUE ENCARA CALAMIDADE

 Nono Estado mais pobre do país - à frente de Alagoas, Piuaí, Rondônia, Sergipe, Tocantins, Amapá, Acre) e Roraima -, de acordo com o último levantantamento do IBGE-Instituto Brasileiro Geográfico e Estatístico – o território paraíbano tem 54,6% da sua população vivendo em situação de pobreza. Dos R$ 8,7 trilhões de reais produzidos pela riqueza nacional apurda pelo último censo – o resultado de de 20022 ainda não foi divulgado - , os paraibanos entraram só com R$ 68 bilhões.

 Mas esse pouco não é só de agora. Ao longo da história política brasileira, os paraíbanos estiveram, sempre, entre os menos favorecidos. Mas não deixaram de formar elite rural,  a cargo dos ricos que apoiavam o Império dos Orleans e Bragança, desde que D. Pedro I lhes garantisse a posse da terra e a mão de obra escrava - com o que não alinharam Pará, Maranhão, Piauí, Bahia e a Provincia Cisplatina (hoje, Uruguai), quando o país tornou-se independente de Portugal.


Ana Alice Almeida, uma santa para as camadas mais pobres do povo paraibano

 A elite rural paraibana, no entanto, não via o mundo só por olhos que se limitavam às suas cercas, embora, até 1784, ela fosse repressora, de maneira que, para uma esposa visitar uma amiga, teria de pedir autorização ao marido. Autorizadas, vestiam-se à francesa, exagerando nos babados que lhes desciam à cintura. Não dispensavam chapéus com plumas e nem saias com molas de aço. Suas roupas não deixavam os pés à mostra, pois mostrá-los seria vergonhoso para maridos ricos ques mandavam empregados carregarem-nas em redes, para não serem vistas, publicamente. Chegadas ao destino, sentavam em tapetes nas salas das mulheres – havia, também, a sala dos homens - e assim se comportarem até 1852, quando ainda lhes eras negado reclamar, protestar, xingar, ou mesmo pensar, ler e escrever. Direitos só de rezar e cozinhar.

Mesmo presas a tais amarras sociais, mulheres da elite paraibana tiveram educação esmerada, sobretudo as do século 19, quando as suas ricas famílias de fazendeiros as encaminhavam para estudar na Europa, de onde voltavam poliglotas, dominando algum instrumento musical e deixando incrédulos entendidos em peças dos grandes mestres. Muitas das invejáveis mulheres paraibanas tornaram-se “primeiras-dama “e tiveram papel social relavante durante os governos dos maridos.

 Entre tantas dessas mulheres, não se pode esquecer de Amélia Machado Coelho da Costa, dedicada à caridade e aos estudos da música e da numismática; Amanda Brancante Machado, exímia pianista que tocava Abdon Milanez e Carlos Gomes à perfeição; Maria Isabel Fogueira Machado, que estudou na Alemanha e falava, fluentemente, além do alemão, o francês, e era, também, exímia pianista, perfeita executante de Carlos Gomes e de Artur Napoleão; Alice de Almeida Carneiro, que vivia com o povo, criando maternidades, hospitais, apoiando a mãe pobre e instituíndo a merenda escolar nas escolas primárias; Ana Alice de Melo Almeida, que desenvolveu programas sociais de gande dimensão dentro da LBA-Legião Brasileira de Assistência, tendo por isso sido adorada pelas camadas mais pobres da população paraibana a quem entregou hospitais, creches, casas de apoio à criança e, também, por atuar no enfrentamento às calamidades públicas; Sílvia Tinoco Marques Godim, que cursou mestrado na Inglaterra para trabalhar no Departamento de Letras da Universidade Federal da Paraíba, além de evitar, na LBA, fazer política paliativa de caridade. 

Judith Carauzzo. a guerreira que trocou a praia carioca pelas agruras do sertão 

Foram brilhantes, tambem,  Berenice Coutinho, Mirtes Sobreira, Lourdes Cavcalcanti, Lucia Navarro, Miriam Cabral e Maria Luiza Targino, damas de fino trato e devotado amor pela causa social. Duas outras destascadas primeiras-damas  foram cariocas, pois era comum parlamentares paraibanos (do Império e da República) casarem-se com moças de famílias do Rio de Janeiro, casos, por exemplo, de Mary Pessoa e de  Judith Caruzo Gomes, que vestiram a camisa da Paraíba e prestaram grandes serviços sociais ao seu povo. 

Judith Caruzzo foi o que se pode chamar de a "Anita “Garibaldi paraíbana".  Sempre ao lado do marido, como as mulhers de Atenas, ao casasr-se com o médico e futuro governador paraibano José Gomes da Silva, ela trocou a praia e todas as festividades do Rio de Juaneiro para, em 1930, lutar ao lado do marido-chefe político de Itaporanga, contra a temível coluna do coronel José Pereira Lima, rebelado ccontra o governo estadual. O Gomes da Silva, que ainda não era o líoder estadual, mas apoiador do governador  João Pessoa, levantou o seu povo em armas e sustentou luta, de cinco horas, até expulsar os rebeldes. Judith foi para o front da batalha levar alimentação aos que lutavam e, ainda, atuouo como enfermeira. Foi guerreira,  também,  em 1932, lutando contra terrível estiagem que assolou a Paraíba, não se intimidando contra as agruras do tempo para minorar o sofrimento dos flagelados.

Glauce Burity, intelectual que mostrou-se muito corajosa social 

Mais recentemente, uma outra brilhante “primeira dama” paraibana foi Glauce Burity, fazedora de grandes trabalhos sociais e sempre dizendo que "não lutava pelos menos favorecidos por piedade, mas porque era preciso combater tudo o que fazia o país dormir na pobreza". Intelectual respeitada, produziu vários trabalhos sociológicos elogiados, entre eles sobre a mulher na obra sociológica de Gilberto Freyre; a presença dos franceses na Paraíba e o menor no trabalho na Paraíba. Criou a Campanha de Assistência ao Menor Carente e não deixou que esta tomasse sentido assistencialista. Também, cursou mestrado em História e aprimorou-se em língua francesa, em Genebra, na Suiça, quando por lá morou e o marido fazia aprimoramento em Medicina.

 Estado pobre, no entanto, a Paraíba jamais teve “primeiras damas” dondocas, barbies e nem deslumbradas que corriam para pósasr em fotos ao lado do cantor brega espanhol Julio Iglesias. Também, nuca foram “eminência parda” de governos dos maridos, como uma que desagradava a todo o regime militar e, pra piorar, obrigou um general-presidente a lançar o odiadíssimo Paulo Maluf na política – viva as mulheres da Paraíba!   

1 - FOTOS REPRODUZIDAS DE LIVRO LANÇADO PELO CENTRO GRÁFICO DO SENADO

2 - Este texto foi publicado, também, pelo Jornal de Brasília. Link abaixo: 

https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/politica-e-poder/mulheres-de-atenas-da-paraiba/



 

 

         

    

domingo, 27 de agosto de 2023

CORAÇÃO DA CHINA BATE NO LAGO NORTE

                 Simone, Júlia e Maria  capricham na execução dos movimentos 

  Quem chegar ao posto da Secretaria de Saúde-DF do Lago Norte - Unidade Básica de Saúde-UBS-1 -,   por volta das sete da manhã, poderá se espantar com o grande número de presentes, pois as proximidades é mais residida pela classe média alta portadora de planos de saúde. No entanto, nem todas estão buscando atendimento médico, havendo dias em que o número dos que estão fora da fila ser maior. Razão: pessoas chegando para aulas de Tai Chi Chuan, uma arte marcial chinesas.

Quase todos os “taichichuenses” são aposentados, com maioria de mais 70 de idade e já enviuvado. Todas as mulheres, porém, ainda, duras, exibindo boa movimentação física, carrões e espíritos subindo para o positivo, como garantem. “Nâo há coisa melhor do que o Tai Chi (Chuan)”, afirma Heloísa, piauiense, de 74 na certidão de nascimento, acrescentando: “Me renovo a cada sessão” afirma, acompanhada pela mineira Lúcia Helena, de 85 (a mais velha do grupo), pela goiana Darci, de 83. “Que coisa boa (é o Tai Chi). Melhor do que isso só quando eu era menina e vivia brincando lá fazenda dos meus pais, no Pontal do Triângulo, perto de Uberaba”, tem saudade a Lúcia Helena. Bem humorada, ela conta velhas histórias daquele seu tempo, como a de uma professora da roça que escrevia Goão, em vez de João. E que a sua mãe teve 15 filhos, “enchendo a casa por ela e por mim, que não tive nenhum”.

O engenheiro civil Maurício Tavares, de 63 (foto abaixo), um do mais novos do grupo, estava há duas décadas sem fazer a atividade que ele praticava em Goiânia. “Parei por falta de tempo, porque o trabalho consumia todo o meu relógio. Assim que me aposentei, fui logo procurar o Tai Chi (Chuan), que recomendo a todos. Façam e avaliem se não tenho razão”, propõe, com o apoio de Luzia Helena, cearense, que celebrará 72, em outubro, e de Júlia Novais e de Antônia, ambas baianas da mesma cidade, Correntina. Segundo Luzia Helena, de 72, os progressos físicos da prática incluem até melhoras para as suas dores no nervo ciático.

Maurício passou duas décadas longe do tai chi chuan, mas voltou com força 

 Alguns alunos do Tai Chi Chuan do Lago Norte são profissionais da USB-1 e chegam mais cedo para não haver confronto com o horário de trabalho. “Os pacientes acham que a gente tem que ficar só lá dentro, atendendo-os”, ressalta a médica pernambucana Indira Vale, “passada dos 50” e que, as vezes, ministra aulas, o que, também, faz a fisioterapeuta Larissa. “Porque você não se juntar nós? Faz tão bem à saúde. Vou lhe encher o saco até você aceitar a sugesta”, avisa a “doutora Indira” que, quando trabalhava em hospital, só dava alta a pacientes masculinos depois que  arrumassem barba e bigode. “Ninguém se livrava de mim sem estar bonito”, brinca ela que, todos os dias bebe cafezinho em uma barraca do lado da USB-1, junto com os varredores de rua.

 O Tai Chi Chuan do Posto de Saúde do Lago Norte começou em 2016, quando o servidor (do almoxerifado) Edilberto Zacarias, o Zaca, o propôs, à direção da casa topou e ele colocou placas de papelões no alambrado do prédio convidando a moçada. “A maioria dos primeiros interessados era só de curiosos. Arrumei o nome de ‘práticas interativas de saúde’ pra impressionar, e deu certo, pois não demorou a termos uma primeira turma de praticantes”  lembrou ele, que acidentou-se, fatalmente, no dia seguinte após começar esta entrevista. Como a todo instante chegava alguém querendo tirar dúvidas, pediu para continuar o papo no dia seguinte (08.08.2023), o que não deu tempo - está sendo substituído por um dos seus auxiliares informais, o cearense Raimundo Nonato Melo, o Nonatinho, segundo o qual o velho amigo (e, também, acupunturista),  o deixou, inteiramente, preparado  para continuar o seu legado, o qual afirma ser “refereência em toda Brasília”. 

Zaca foi o iniciador do projeto de Tai Chi Chaun na USB-1 do Lago Norte 

Zacca perdeu o controle do seu carro – Nissan Versas cinza -, às 18h20 de uma terça-feira, quando saiu da pista e bateu contra uma árvore, no canteiro de via que o levava à Vila Planalto, onde residia. Ficou preso às ferragens. O carro predileto dele, no entanto, era um Fusca, o qual fazia questão de mostrar aos alunos. Muito sorridente e falante, com voz grossa, ministrava as suas aulas usando calça e camisa com escudos do Atlético-MG. Brincava: “Vou mudar o nome do meu time pra Jesus Cristo. Ressuscitou o Vasco (da Gama)” – até então, fora o único a perder do clube carioca neste Brasileiro de Futebol.

As aulas na USB-1, são gratuitas, de segunda à sexta-feira, entre sete e oito e das oito às nove da matina. É só chegar, falar com op Nonatinho, assinar num livrão e começar a aprender. Para memorizar os movimentos, ele gritará jargões interessantes cmo: “Gavião pegando o rato; coçando a crina do cavalo; alfinete bo fundo do mar; jogando a bola pra direita; levando a bandeja para a equeda”, e outras mais curiosos. “Facilita o aprendizado dos movimentos”, garante a Maria Bethânia, de 69 de idade e alfabetizadora aposentada.

     As aulas no Posto de Saúde do Lago Norte e vão das sete às nove da manhã

 Será que os movimentos rápidos da capoeira baiana se dariam bem com esta arte marcial chinesa? “É outro departamento”, acha a bem humorada baiana Beta (para os familiares) que reside em Brasília há meio-século, mas faz questão de se declarar “cidadã soteropolitana”, gentílico dos nascidos em Salvador. E, por falar em Salvador, não chamam a Dona Darci por ‘senhora’, mesmo comos seus 83 nos costados. Para ela, ‘senhora’ e ‘senhor’ - que remete a Salvador  - estão no Céu. Por isso, o repórter desta matéria chamou todas as “taichichuanas” setentonas e oitentonas por “Querida”. E todas gostam, principalmente as solteironas que até preferem o substantivo feminino ‘senhorita”!  - tá valendo!  


ESTA MATÉRIA FOI PUBLICADA, TAMBÉM, PELO JORNAL DE BRASILIA - 27.08.2023 - LINK ABAIXO


https://jornaldebrasilia.com.br/brasilia/coracao-da-china-bate-no-lago-norte/


 

     

domingo, 16 de julho de 2023

A GAROTA DA CAPA - BROTINHO MARLY

Marly Cardoso Alves , filha do diretor de Diversões, encappou o Nº 8 da Revistsa do Vasco, de abril de 1961. Evidentemente, toredora a Tura da Colina, a princesinha já havia praticado natação e adorava se brozear na praia. Tabém, estudava balé. Para o futuo que viria aós aquela 61, o seu grande plano era viajar muito e conhecer muitos lugares, embora tivesse medo das viagens por avião.    

quarta-feira, 12 de julho de 2023

BELA E MUITO VELOZ NAS CURVAS DA PISTA

A revista paulistana Placar, da Editora Abril, sempre prestigiou as mulheres lindas do esporte. Até criou a sessão Garotas do Placar, pela qual, semanalmente, desfilavam as mais + mais belas da hora. Pela edição N 972, de 27 de janeiro de 1989, por exemplo, quem foi exibida, com todo o esplendor de sua juventude, atendia pelo nome de Regina Calderoni, então, com 26 de idade. Ela era uma piloto de automóveis que acelerava o coração da torcida. E  fez este ensaio placardiano para protestar contra o pouco caso do machista automobilismo contra as mulheres. Arrasou! 



https://www.youtube.com/watch?v=5XNu6QPRd6s

domingo, 9 de julho de 2023

O DOMINGO É UMA MULHER BONITA. KARINA, A SUPER BRASILEIRA QUE DESAFIOU O PERIGÃO

 A revista Veja apresentou, por sua edição de 5 de junho de 2013, uma desportista que emociona pela sua raça, destemor: Karina Oliani. Ela chegou ao cume do Monte Everest, na Codilheira do Himalaia, a mais alta montanha deste planeta – 8.848 metros – numa aventura sensacional. Conta a reportagem da paulijstana revista da Editora Abril que a moça, durante o 16 de maio daquele 2013, a poucos metros do final de rota, quase via tudo perdido pelo último trecho da escalada, efrentando 40 graus negfativos e ventos de 100 km horários.

          Fotos reproduzidas das páginas de Veja citadas no textor deste post 

Por aquele pedaço, relata  Veja, dois dedos e um dos olhos de Karina começaram a congelar. Pelo mesmo intante, ela deparou-se com um alpinista em situação dificílima. Médica especialsitas em atendimentos emergenciais e resgate em área remota, ela abandonou o seu sonho e foi socorrer o homem. Depois, voltou à sua empreitada e o seu olho esquerdo congelou de vez. Então, o seu guia nepalês quebrou o gelo do olho, tirou a máscara de oxigênio que ela usava e lambeu o seu olho, por três minutos, até descongelá-lo e a pálpebra voltar a se movimentar. No 17 de maio, Karina chegou ao cume do Everete, usando oxigênio engarrafado.

Karina Oliani praticava mais de 10 modalidades de esportes radicais -  corrida de orientação, escalada de rochas, canoagem, surf,  kitesurf, motocross, rapel, hipismo, esqui aquático e alpino, stand-up paddle, sandboard,  snowboard, bungee jump e montanhismo - quando saiu para a aventura da qual estamos tratandoe, disse à Veja que tinha muito mais medo de “viver uma vida monótona do que se arriscar em aventuras”, o que ela fazia desde os 12 de idade, quando saltou de paraquedas (juto com instrutor) na paulista Boituva,  e fez curso de mergulho. Aos 15, durante intermncâmbio cultural, na Austrália, esteve salva-vidas voluntária. Em 2007, graduou-se em Medicina, no ABC Paulista, e, tempinho depois, tirou brevê de piloto de helicóptero. Mais um pouquinho adiante, nos Estados Unidos, estudou Medicina em Ambiente Selvagem.

                A SuperKarina e a sua brasilidade no cume do Monte Evereste

Fera em tudo o que a motivou, Karina fez muitas outras coisas incríveis, como saltar de uma cachoeira, no México, em caiaque; mergulhar em águas das Bahamas, com presença de tubarões, e saltar de um balão. Mais, mais? Além do Evereste, ela já escalou os montes Elbrus, o mais alto da Europa, na Rússia, a 5.642 metros de altitude; o Kilimanjaro, africano mais alto, na Tanzânia, com 5.642 m de altura, e o sul-americano Aconcáqua, na Argentina, com 6.961 metros de altura. Medindo 1m67cm de altura, ela pesava 59 quilos à época dessas aventuras – convenhamos, uma super, superbrasileiraça!        

domingo, 2 de julho de 2023

QUAL É O ESPORTE MAIS SEXY DA HORA?

 

Indagação feita pelo kikenauta (e taradinho) Patrick Lima, do Rio de Janerio, sem informar os créditos das duas fotos, o que já lhe pedimos e estamos aguardando informar, para citá-los. Acima, ele enviou foto da tenistsa russa Maria Sharapova, realmente, sexíssima, sem questionamentos. Abaixo, meninas que atuam como garotas-prpaganda de marcas, em eventos autombilísaticos. Então, entre tênis e automobilismo, imagine você quem tem mais bala na agulha. Ma o Kike acha que outras modalidades, como o vôlei de praia, por exemplo, são seríssismas concorrentes às dúvidas do taradinho Patrick. Confere?